Aqui ficam anotam uma série de homenagens que vi por ai ao Michael Jackson.
#Curiosidade: o primeiro cd que eu comprei aos 9 anos de idade foi o Off The Wall e desde então tenho toda a discografia solo dele, inclusive o Invensible, que foi trilha da minha viagem à Goiás de carro o ano passado.
Amanhã finalmente começa na Warner Channel a última temporada de E.R. (Plantão Médico, lembra). Foram 15 anos no ar e eu acompanho desde criança (quando sonha em fazer medicina. Pois é.)
Quando a 14º temporada foi ao ar, a WBLA fez um promo sensacional para recapitular o melhores momentos.
Inspirados nele, eu e o @deniscp, os únicos que ainda acompanham e sofrem intensamente com a série, resolvemos fazer o nosso Top melhores momentos. Haverão repetições, mas ai vão meus porquês de ter sido tão fiel a uma série como eu fui com E.R.
Amor à primeira vista: foi vendo o Doug Ross, pediatra do hospital salvando o menino de se afogar em uma enchente que eu me apaixonei pela série.
Humor: é E.R. tem humor, não é só gente abrindo gente. Veja Dr Benton fantasiado de Shaft em um episódio de Halloween
Médicos envolvidos em tragédias: você se apega a trama dos personagens, muito muito dramática. Aqui estão Neela e Ray, a maior sacanagem que os roteiristas aprontaram com um casal na série. Foram mais de 2 temporadas para eles ficarem junto, a Neela teve que ficar viúva, para, quando, finalmente tudo ter a possibilidade de um final feliz, bang, fica o dito pelo não dito. De partir o coração.
Sem limites - houve uma temporada que 2 personagens vão trabalhar como médicos sem fronteiras na África. Sim, saímos da chuvosa Chicaco e acompanhamos o Dr. Kovac sobreviver em meio a guerras civís. Essa cena mostra como ele não foi executado por rebeldes africanos.
Participações especiais: de tempos em tempo o produtores colocaram atores de peso para encarnar ótimos personagens de aparições homeopáticas na série. Sally Field era a mãe a ex-enfermeira-atual-médica-ex-alcoolatra-super-mãe-e-esposa Abby. Sua personagem tinha distúrbio bipolar e raramente se tratava. Toda aparição dela era densa.
Outra participação foi John Leguizamo, ator que eu adoro, que participou de uma temporada como Vitor, um médico genial, mas com um forte envolvimento com drogas.
Abordagem de temas polêmicos: assim como falaram sobre drogas, alcóol, doeças com tabus, a séria abordou assunto como violência doméstica. A própria Abby foi vitima de um vizinho que ela ameaçou de denuncia-lo por bater na esposa.
Happy endings are not so easy: Abby (sim, ela é um personagem que evoluiu com a série) ainda namorava o Dr. Carter (personagem principal da série) e tudo estava indo bem até quando, o irmão bi-polar da Abby (mãe bi-polar, logo) bebe demais e cai na cova da avó do Carter durante o enterro. Tragicômica divisão de águas no destino das personagens.
E sangue? E.R vai além do pronto-socorro. Tem cenas de acidentes brutais.
Momentos de arracar os cabelos: lembra que eu falei que a história da Neela e do Ray era a maior sacanagem da série? Desculpe, aquela é a segunda. Algumas temporadas antes daquilo acontecer, Dr. Carter se apaixona perdiamente ela sua residente Lucy. Forma-se o casal mais fofo da série, até a noite de Halloween.
Cá estamos em o que era para ser mais um TOP coletivo convocado pelo @deniscp, mas só eu me empolguei e fiz. O tema desta vez é: as cenas mais vergonha alheia do cinema. Lógico que o tema dá abertura para cenas de filmes tipo besteirol que são, do começo ao fim, uma grande VA, mas tentei selecionar aqui cenas que incomodaram por serem denecessárias. 5º - Slumdog Millionare - o pobrezinho do Jamal se joga na fossa para conseguir o autógrafo do seu ídolo. Ai gente, é nojeto.
4º - Magnolia - O Tom Cruise, em seu personagem coach-motivador-machão estava fazendo uma cena super densa ao conversar com seu pai morumbindo. Era uma cena digna de Oscar até ele começar a chorar como quem estivesse tendo um ataque de asma. #Fail.
3º - The Sex and the City - the movie: tudo bem, é comédia e todo mundo adora ver os certinhos se atrapalhando, mas eu odeio esse humor escatológico. Não agregou nada para a trama. Uma grande VA.
2º - Mamma Mia! - Ah, os musicais. Ah, um musical do ABBA. Sim, mesmo com Meryl Stripe fazendo uma air guitar no fim de Mamma Mia, ela ainda não superou o maior #fail do filme: Pierce Brosnan cantando. É, a atuação toda dele é uma grande VA, mas o destaque vai para a interpretação de S.O.S, com trejeitos so Sthefanny. Timais!!!
1º Free Willy - Filme de criança = VA. Filme de animal = VA. A cena do menino libertando a baleia merecidamente ganha o primeiro lugar no meu Top VA.