mas ninguém falar tem lições práticas de divisão de travesseiro, coberta, shampoo, camisetas, comida, chuveiro, até gripe! (controle remoto já era, é só dele agora - arrependimento)
Alanis deveria incluir:
"you shared, you learn"
7.20.2005
7.19.2005
Quanto de sua liberdade uma pessoa perde ao conceder o seu poder sobre o controle remoto para outro indivíduo?
Começo a preocupar-me...
Começo a preocupar-me...
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inquietações
7.15.2005
Já deu,né?
O jogo já foi, vocês até quebraram o que não deveriam...
Agora, seus animais, chega de falar desse jogo!
Agora, seus animais, chega de falar desse jogo!
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esporte
7.14.2005
7.13.2005
magic CARpet
Com a mesma protagonista de O Barbudão
Ela entra no escritório com cara de dúvida
- Gente, meu carro tem tapete?
- Não lembro, você não lembra?
- Aiiiiii, não!
- O que aconteceu?
- Eu fui buscar o carro no lava-rápido, entrei no carro e senti falta de alguma coisa, percebi que eram os tapetes. Ai eu briguei com o mocinho falando q faltava os tapetes. Ai ele me perguntou “moça, você tem certeza q seu carro tinha tapete?”; então percebi que não tinha certeza, mas eu to sentindo falta! Vou ligar para meu marido.
Ligou e o celular cai na caixa postal.
- Meu cunhado deve saber!
- Cunhadão!!! Vem cá, você lembra se meu carro tinha tapete?? – repeti toda a história
- Não lembro não, liga na concessionária onde você comprou o carro.
Após rápida busca pelo telefone da concessionária na internet
-Oi, por favor, o Paulo?
- Só um minuto
- Alô?
- Paulo?
- Sim
- Paulo eu comprei um carro com você em abril, um Fox preto básico; eu preciso muito saber se eu comprei com tapete ou sem. – e contou toda a historia
- Olha moça, sinceramente eu lembro de você, mas não lembro do seu tapete.
- Ah ta – desanimada – obrigada.
Desligou. E ficou em silencio olhando para o telefone.
- Gente, lembrei! Eu senti falta daquele tapete de papel que o outro lava-rápido colocou da última vez que eu mandei lavar o carro! Ai que droga, agora que eu briguei com o mocinho.
Ela entra no escritório com cara de dúvida
- Gente, meu carro tem tapete?
- Não lembro, você não lembra?
- Aiiiiii, não!
- O que aconteceu?
- Eu fui buscar o carro no lava-rápido, entrei no carro e senti falta de alguma coisa, percebi que eram os tapetes. Ai eu briguei com o mocinho falando q faltava os tapetes. Ai ele me perguntou “moça, você tem certeza q seu carro tinha tapete?”; então percebi que não tinha certeza, mas eu to sentindo falta! Vou ligar para meu marido.
Ligou e o celular cai na caixa postal.
- Meu cunhado deve saber!
- Cunhadão!!! Vem cá, você lembra se meu carro tinha tapete?? – repeti toda a história
- Não lembro não, liga na concessionária onde você comprou o carro.
Após rápida busca pelo telefone da concessionária na internet
-Oi, por favor, o Paulo?
- Só um minuto
- Alô?
- Paulo?
- Sim
- Paulo eu comprei um carro com você em abril, um Fox preto básico; eu preciso muito saber se eu comprei com tapete ou sem. – e contou toda a historia
- Olha moça, sinceramente eu lembro de você, mas não lembro do seu tapete.
- Ah ta – desanimada – obrigada.
Desligou. E ficou em silencio olhando para o telefone.
- Gente, lembrei! Eu senti falta daquele tapete de papel que o outro lava-rápido colocou da última vez que eu mandei lavar o carro! Ai que droga, agora que eu briguei com o mocinho.
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no_trabalho
7.11.2005
On the dance floor
As pessoas não se cansam de dançar o mesmo remix de It's not right, but it's ok de 6 anos atrás!!
Eu cansei.
Eu cansei.
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música
Após um mojito...
Eu e Paula descobrimos que temos sonhos eróticos com o Jim Morrison e o Chris Cornell.
A terra de Gigantes
Impressionante como no Coppola Music Bar só tem gente muito alta.
Não é questão de referencial não, é excesso de hormônio de crescimento mesmo.
Não é questão de referencial não, é excesso de hormônio de crescimento mesmo.
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bares_e_baladas
7.03.2005
O que você estava fazendo das 19h15 às 19h45 eu não sei, mas acho q você deveria estar na frente da sua TV vendo o show do Pink Floyd transmitido ao vivo, lá na sua velha companheira de adolescência, a MTV.
Na era em que todos os grandes shows em porl de alguma causa social são sempre encerrados pelo Sir.ex-Beatle, lamento mesmo que você não não tenha visto o Pink Floyd ali, na sua TV, ao vivo.
Lamento mesmo.
E pra variar, vamos ver Hey jude com o Sir ex- Beatle e todos os outros artistas do show no mesmo palco.
Acho que todos deveriam cantar em uma só voz:
"we don't need education
we don't need thought control..."
Mas, vamos ser socialmente responsáveis até no set list.
Na era em que todos os grandes shows em porl de alguma causa social são sempre encerrados pelo Sir.ex-Beatle, lamento mesmo que você não não tenha visto o Pink Floyd ali, na sua TV, ao vivo.
Lamento mesmo.
E pra variar, vamos ver Hey jude com o Sir ex- Beatle e todos os outros artistas do show no mesmo palco.
Acho que todos deveriam cantar em uma só voz:
"we don't need education
we don't need thought control..."
Mas, vamos ser socialmente responsáveis até no set list.
6.30.2005
Ressuscitem as Fitas K7's!!!
Sabe aquele dia sem grandes emoções no trabalho?
ontem estava assim quando recebi o seguinte release:
MEGASHOW “LIVE 8” SERÁ TRASMITIDO PELA ELDORADO FM E PRETENDE CONTRIBUIR PARA O FIM DA POBREZA NA ÁFRICA
Festival é marcado no dia 2 julho para coincidir com o encontro de cúpula do G8, que reúne os países mais ricos do mundo e acontece na Escócia
No próximo sábado, dia 2, das 10 às 16 horas, a Rádio Eldorado FM 92,9 transmite ao vivo e com exclusividade para São Paulo o festival mundial de música “Live 8”, em parceria com a BBC Brasil, direto do Hyde Park, em Londres, na Inglaterra, com a presença de reconhecidos talentos da música pop internacional. Além de Londres, o evento acontece simultaneamente em mais três capitais da Europa: Paris (França), Berlim (Alemanha) e Roma (Itália). O festival é organizado pelo músico Bob Geldof e tem o intuito de pressionar os líderes mundiais a diminuir radicalmente o nível de pobreza da população da África.
Entre as atrações já confirmadas para o “Live 8” estão U2, Paul McCartney, Madonna, Robbie Williams, Elton John, Sting, REM, Coldplay, Mariah Carey, Elton John, Lauryn Hill, Laura Pausini e Andrea Bocelli (ver abaixo lista completa por país). Durante a transmissão pela Eldorado FM, o público contará com comentários do jornalista da BBC Thomas Pappon, que estará em Londres, e de repórteres presentes em Paris, Berlim e Roma.
Artistas que se apresentarão no Live 8:
LondresMariah Carey, Coldplay, Dido, Keane, Elton John, Annie Lennox, Paul McCartney, Muse, Razorlight, REM, Scissor Sisters, Snow Patrol, Stereophonics, Sting, Joss Stone, Robbie Williams, U2, Velvet Revolver, Bob Geldof, Killers, Madonna, The Cure, Pink Floyd (pela primeira vez desde 1981, reunidos na formação original).
Berlim
A-Ha, Bap, Crosby Stills & Nash, Lauryn Hill, Die Toten Hosen, Peter Maffay, Brian Wilson.
Roma
Irene Grandi, Faith Hill, Jovanotti, Tim McGraw, Nek, Laura Pausini, Duran Duran. Vasco Rossi, Zucchero.
Paris
Andrea Bocelli, Craig David, Calo Gero, Jamiroquai, Kyo, Yannick Noah, Youssou N´Dour, Placebo, Axelle Red, Johnny Halliday, Manu Chao, Renaud. Sobre o Live
Em 1985, o Live Aid foi o primeiro evento de música pop a ser transmitido e assistido em diversos países do mundo ao vivo, realizado simultaneamente em Londres e Filadélfia. O evento foi visto por um público de 1,5 bilhão de pessoas.
Neste ano, o músico irlandês Bob Geldof, idealizador da campanha “Band Aid”, que visa a contribuir com as vítimas da fome na África, anuncia o Live 8, batizado com esse nome por causa do encontro de representantes dos países do G-8 na Escócia, entre os dias 6 e 8 de julho. O megashow faz parte da campanha Make Poverty History ("Faça da pobreza algo do passado"), o intuito é fazer com que os países ricos cancelem as dívidas e aumente a contribuição às nações mais pobres, principalmente as do continente africano.
Ai eu descobri que tenho um programa importantíssimo para sábado.
Alguém sabe aonde vendem fitas K7's ainda?
ontem estava assim quando recebi o seguinte release:
MEGASHOW “LIVE 8” SERÁ TRASMITIDO PELA ELDORADO FM E PRETENDE CONTRIBUIR PARA O FIM DA POBREZA NA ÁFRICA
Festival é marcado no dia 2 julho para coincidir com o encontro de cúpula do G8, que reúne os países mais ricos do mundo e acontece na Escócia
No próximo sábado, dia 2, das 10 às 16 horas, a Rádio Eldorado FM 92,9 transmite ao vivo e com exclusividade para São Paulo o festival mundial de música “Live 8”, em parceria com a BBC Brasil, direto do Hyde Park, em Londres, na Inglaterra, com a presença de reconhecidos talentos da música pop internacional. Além de Londres, o evento acontece simultaneamente em mais três capitais da Europa: Paris (França), Berlim (Alemanha) e Roma (Itália). O festival é organizado pelo músico Bob Geldof e tem o intuito de pressionar os líderes mundiais a diminuir radicalmente o nível de pobreza da população da África.
Entre as atrações já confirmadas para o “Live 8” estão U2, Paul McCartney, Madonna, Robbie Williams, Elton John, Sting, REM, Coldplay, Mariah Carey, Elton John, Lauryn Hill, Laura Pausini e Andrea Bocelli (ver abaixo lista completa por país). Durante a transmissão pela Eldorado FM, o público contará com comentários do jornalista da BBC Thomas Pappon, que estará em Londres, e de repórteres presentes em Paris, Berlim e Roma.
Artistas que se apresentarão no Live 8:
LondresMariah Carey, Coldplay, Dido, Keane, Elton John, Annie Lennox, Paul McCartney, Muse, Razorlight, REM, Scissor Sisters, Snow Patrol, Stereophonics, Sting, Joss Stone, Robbie Williams, U2, Velvet Revolver, Bob Geldof, Killers, Madonna, The Cure, Pink Floyd (pela primeira vez desde 1981, reunidos na formação original).
Berlim
A-Ha, Bap, Crosby Stills & Nash, Lauryn Hill, Die Toten Hosen, Peter Maffay, Brian Wilson.
Roma
Irene Grandi, Faith Hill, Jovanotti, Tim McGraw, Nek, Laura Pausini, Duran Duran. Vasco Rossi, Zucchero.
Paris
Andrea Bocelli, Craig David, Calo Gero, Jamiroquai, Kyo, Yannick Noah, Youssou N´Dour, Placebo, Axelle Red, Johnny Halliday, Manu Chao, Renaud. Sobre o Live
Em 1985, o Live Aid foi o primeiro evento de música pop a ser transmitido e assistido em diversos países do mundo ao vivo, realizado simultaneamente em Londres e Filadélfia. O evento foi visto por um público de 1,5 bilhão de pessoas.
Neste ano, o músico irlandês Bob Geldof, idealizador da campanha “Band Aid”, que visa a contribuir com as vítimas da fome na África, anuncia o Live 8, batizado com esse nome por causa do encontro de representantes dos países do G-8 na Escócia, entre os dias 6 e 8 de julho. O megashow faz parte da campanha Make Poverty History ("Faça da pobreza algo do passado"), o intuito é fazer com que os países ricos cancelem as dívidas e aumente a contribuição às nações mais pobres, principalmente as do continente africano.
Ai eu descobri que tenho um programa importantíssimo para sábado.
Alguém sabe aonde vendem fitas K7's ainda?
6.28.2005
Odisséia
Sexta, 11 da noite e la estava eu e mais um bando de gente cult no Espaço Unibanco na estréia da "odisséia".
Odisséia é uma balada cinéfica. Um filme exclusivo + um filme surpresa + filme.
Começa às 23h, termina prox. das 6h da matina.
nos intervalos entre filmes > baladinha com orloff e suquinho dos patrocinadores da farra.
o filme exclusivo foi o Sin City, adaptaçao genial dos quadrinhos, dirigira, entre outros, pelo Tarantino (que por sinal desfruta de sua fase mais pop, até episódio de CSI ele faz agora).
Uma pitada de mulher gostosonas, homens armados com muuuita testosterona no sangue, um pouco de canibalismo (essa parte da medo), uma Gilmor Girl se prostituindo, uma japonesa-facas-ginzu-do-tipo-da-do-kill-bill, um vilão-mutante acordado do coma e muitas atuações suprendentes (muito sangue tbm).
apesar que nada, nada supera a pós-produção.
Fez a minha noite.
Fica a dica do filme para quem não aguenta passar a madrugada no cinema (tipo eu)
Fica a dica da balada para quem não se contanta com um filme só.
Odisséia é uma balada cinéfica. Um filme exclusivo + um filme surpresa + filme.
Começa às 23h, termina prox. das 6h da matina.
nos intervalos entre filmes > baladinha com orloff e suquinho dos patrocinadores da farra.
o filme exclusivo foi o Sin City, adaptaçao genial dos quadrinhos, dirigira, entre outros, pelo Tarantino (que por sinal desfruta de sua fase mais pop, até episódio de CSI ele faz agora).
Uma pitada de mulher gostosonas, homens armados com muuuita testosterona no sangue, um pouco de canibalismo (essa parte da medo), uma Gilmor Girl se prostituindo, uma japonesa-facas-ginzu-do-tipo-da-do-kill-bill, um vilão-mutante acordado do coma e muitas atuações suprendentes (muito sangue tbm).
apesar que nada, nada supera a pós-produção.
Fez a minha noite.
Fica a dica do filme para quem não aguenta passar a madrugada no cinema (tipo eu)
Fica a dica da balada para quem não se contanta com um filme só.
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Cinema
6.23.2005
Clooney no E.R do novo
Como assim??
Próxima temporada não tem mais Doctor Carter??? Tipo, o E.R. começou porque ele chegou ao County Hospital! Ahh! Perdi meu chão!
Para quem me conhece sabe que eu não vou para a cama se antes passar neste hospital.
Trazer o Dr. Doug novamente é até interessante, mas foi uma mega falha ele não ter aparecido no episódio do enterro do Dr. Mark Greene, já que eles eram melhores amigos.
Sei lá, to viajando aqui, e sei que você não esta entedendo nada porque não acompanha a séria desde de o começo.
Próxima temporada não tem mais Doctor Carter??? Tipo, o E.R. começou porque ele chegou ao County Hospital! Ahh! Perdi meu chão!
Para quem me conhece sabe que eu não vou para a cama se antes passar neste hospital.
Trazer o Dr. Doug novamente é até interessante, mas foi uma mega falha ele não ter aparecido no episódio do enterro do Dr. Mark Greene, já que eles eram melhores amigos.
Sei lá, to viajando aqui, e sei que você não esta entedendo nada porque não acompanha a séria desde de o começo.
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TV
6.21.2005
6.19.2005
Saudades de um palco violão, gente cantando, gente dançando...
Sentindo falta de tudo isso mesmo.
Outro lugar
Milton Nascimento
Cê sabe que as canções são todas feitas pra você
E vivo porque acredito nesse nosso doido amor
Não vê que ta errado, tá errado me querer quando convém
E se eu não estou enganado acho que você me ama também
O dia amanheceu chovendo e a saudade me contem
O céu já tá estrelado e tá cansado de zelar pelo meu bem
Vem logo que esse trem já tá na hora, tá na hora de partir
E eu já to molhado, to molhado de esperar você aqui
Amor eu gosto tanto, eu amo, amo tanto o seu olhar
Andei por esse mundo louco, doido, solto com sede de amar
Igual a um beija-flor, que beija-flor,De flor em flor eu quis beijar
Por isso não demora que a historia passa e pode me levar
E eu não quero ir, não posso ir pra lado algum
Enquanto não voltar
Não quero que isso aqui dentro de mim
Vá embora e tome outro lugar
Talvez a vida mude e nossa estrada pode se cruzar
Amor, meu grande amor, estou sentindo
Que esta chegando a hora de dormir
Sentindo falta de tudo isso mesmo.
Outro lugar
Milton Nascimento
Cê sabe que as canções são todas feitas pra você
E vivo porque acredito nesse nosso doido amor
Não vê que ta errado, tá errado me querer quando convém
E se eu não estou enganado acho que você me ama também
O dia amanheceu chovendo e a saudade me contem
O céu já tá estrelado e tá cansado de zelar pelo meu bem
Vem logo que esse trem já tá na hora, tá na hora de partir
E eu já to molhado, to molhado de esperar você aqui
Amor eu gosto tanto, eu amo, amo tanto o seu olhar
Andei por esse mundo louco, doido, solto com sede de amar
Igual a um beija-flor, que beija-flor,De flor em flor eu quis beijar
Por isso não demora que a historia passa e pode me levar
E eu não quero ir, não posso ir pra lado algum
Enquanto não voltar
Não quero que isso aqui dentro de mim
Vá embora e tome outro lugar
Talvez a vida mude e nossa estrada pode se cruzar
Amor, meu grande amor, estou sentindo
Que esta chegando a hora de dormir
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inquietações,
música
6.17.2005
ainda sobre hippies
Mesmo após o episódio do trem, eu ainda cismo em parar para ver o que os hippies tem para vender na rua.
Voltando do almoço, parei do hippie que fica no ponto de onibus da berrini quase esquina com a Padre Antônio, quando eu menos espero:
Hippie: você mora por aqui, né?
Eu: Não, trabalho.
Hippie: Você se parace com uma menina que eu conheço.
Eu: ah...
Hippie: Por na verdade somos todos parente!
Eu pensei: Lá vem.
Hippie: Mas não é a historia de Adão e Eva, é a historia do Darwin.
Achei melhor ir embora.
Lembre-me de nunca mais cismar de parar nesses carinhas.
Voltando do almoço, parei do hippie que fica no ponto de onibus da berrini quase esquina com a Padre Antônio, quando eu menos espero:
Hippie: você mora por aqui, né?
Eu: Não, trabalho.
Hippie: Você se parace com uma menina que eu conheço.
Eu: ah...
Hippie: Por na verdade somos todos parente!
Eu pensei: Lá vem.
Hippie: Mas não é a historia de Adão e Eva, é a historia do Darwin.
Achei melhor ir embora.
Lembre-me de nunca mais cismar de parar nesses carinhas.
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São Paulo
6.12.2005
6.08.2005
Feira "hippie"
Agora na hora do almoço saí do trabalho para assistir uma palestra na USP.
peguei o trem na estação Berrini, linha C Osasco-Jurubatuba.
Ao entrar dou de cara com 3 hippie e as suas telas de tecidos com brincos, pulseiras, colares feitos dos mais diversos materiais (couro, semente, casca de árvore). Como toda menina, comecei a olhar descomprissadamente quando escuto:
Hippie: "Moça, você é jornalista?"
Interlúdio: carregava na mão o livro do Ricardo Noblaut "A Arte de fazer um jornal diário"
Para não confundir o rapaz tentando explicar que eu sou relações públicas e ele não entender nada, respondi : Sim (por favor não me prendam!)
Hippie: Então moça eu vou pedir para você escrever sobre a menteira da feiras hippies. É que nós, os hippies, somos proibídos de trabalhar nelas!
Continuei escutando.
Hippie: E você sabe o que eles vendem nessas feiras? Tudo coisa da 25 março! Outro dia la em Campinas a polícia veio tirar a gente de uma feira dessas. Isso porque é lei federal que o artesão tem direito de expor em qualquer lugar! Escreve sobre isso, moça.
Eu: Escrevo, lógico. (cá estou eu inclusive)
Hippie: Então moça, escolha qualquer pulseira dessas de couro que eu te faço por r$2 só pq você vai escrever sobre a gente.
Olhei, olhei. O menino não era dos mais talentosos, mas escolhi uma pulseira e paguei. esguei na minha estação, me despedi.
O couro da pulseira deve ser de algum cachorro, mas pela cor e pelos fios irregulares, aquela coisinha feia que no fim fica legal.
De qualquer maneira, eu, "jornalista", escrevo neste blog sobre a farsa das feirinhas hippies que na verdade são um cartel de comerciante sacoleiros da 25 de março que impossibilitam que singelos artesãos exponham seu humilde trabalho.
Recado dado.
peguei o trem na estação Berrini, linha C Osasco-Jurubatuba.
Ao entrar dou de cara com 3 hippie e as suas telas de tecidos com brincos, pulseiras, colares feitos dos mais diversos materiais (couro, semente, casca de árvore). Como toda menina, comecei a olhar descomprissadamente quando escuto:
Hippie: "Moça, você é jornalista?"
Interlúdio: carregava na mão o livro do Ricardo Noblaut "A Arte de fazer um jornal diário"
Para não confundir o rapaz tentando explicar que eu sou relações públicas e ele não entender nada, respondi : Sim (por favor não me prendam!)
Hippie: Então moça eu vou pedir para você escrever sobre a menteira da feiras hippies. É que nós, os hippies, somos proibídos de trabalhar nelas!
Continuei escutando.
Hippie: E você sabe o que eles vendem nessas feiras? Tudo coisa da 25 março! Outro dia la em Campinas a polícia veio tirar a gente de uma feira dessas. Isso porque é lei federal que o artesão tem direito de expor em qualquer lugar! Escreve sobre isso, moça.
Eu: Escrevo, lógico. (cá estou eu inclusive)
Hippie: Então moça, escolha qualquer pulseira dessas de couro que eu te faço por r$2 só pq você vai escrever sobre a gente.
Olhei, olhei. O menino não era dos mais talentosos, mas escolhi uma pulseira e paguei. esguei na minha estação, me despedi.
O couro da pulseira deve ser de algum cachorro, mas pela cor e pelos fios irregulares, aquela coisinha feia que no fim fica legal.
De qualquer maneira, eu, "jornalista", escrevo neste blog sobre a farsa das feirinhas hippies que na verdade são um cartel de comerciante sacoleiros da 25 de março que impossibilitam que singelos artesãos exponham seu humilde trabalho.
Recado dado.
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São Paulo
6.07.2005
6.03.2005
O amor é cego, surdo, mudo, paralégico, compreesivo, quase um amor-de-mãe...
Imagem: Sylvia na sexta passada comemorando o único gol do time de futsal masculino de sua faculdade durante os Jogos Universitários de Comunicação e Artes, o JUCA.

Foto: Publicada no site Jucaonline
*Sim, esse ser branco, desfigurado, gritando gol e vestindo a camiseta e jaqueta da ECA sou eu.
É lógico que estou inconformada com essa foto e quero matar o fotográfo que a bateu.
Não faz muito tempo estava reclamando com o meu namorado no MSN, sobre a foto.
Estava quase conformada que, por estar tão desfigurada na foto, ninguém em reconheceria quando:
Namorado: "a paula do dionizio não te reconheceu na foto."
Eu: vou chorar!!!
Namorado: (percebendo que acabou de destruir com a minha auto-confiança) "mas vc num tah feia na foto"
Eu: "ai...naum força..."
Namorado: "é serio morr. sem puchação.."
Nem a minha mãe concordaria com ele.
Foto: Publicada no site Jucaonline
*Sim, esse ser branco, desfigurado, gritando gol e vestindo a camiseta e jaqueta da ECA sou eu.
É lógico que estou inconformada com essa foto e quero matar o fotográfo que a bateu.
Não faz muito tempo estava reclamando com o meu namorado no MSN, sobre a foto.
Estava quase conformada que, por estar tão desfigurada na foto, ninguém em reconheceria quando:
Namorado: "a paula do dionizio não te reconheceu na foto."
Eu: vou chorar!!!
Namorado: (percebendo que acabou de destruir com a minha auto-confiança) "mas vc num tah feia na foto"
Eu: "ai...naum força..."
Namorado: "é serio morr. sem puchação.."
Nem a minha mãe concordaria com ele.
6.01.2005
Finanças
Ah!
Amanhã eu simplesmente paro de parcipar do mundo capital! Sem dinheiro na conta, cartão de crédito estourado e uma conta de celular para vencer!
Será que eu acordo amanhã?
Há cinco minutos atrás quase cometi a loucura de contratar o crediário automático ITaú, mas meu anjo da guarda não deixou. Sexta-feira eu volto a ter poder de consumo.
Amanhã eu simplesmente paro de parcipar do mundo capital! Sem dinheiro na conta, cartão de crédito estourado e uma conta de celular para vencer!
Será que eu acordo amanhã?
Há cinco minutos atrás quase cometi a loucura de contratar o crediário automático ITaú, mas meu anjo da guarda não deixou. Sexta-feira eu volto a ter poder de consumo.
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dinheiro
5.23.2005
Celebridade
Acabei de encontrar o Carlos Mestieri aqui no café da empresa, não saquei que era ele.
Falei oi, conversamos sobre o tempo, transito, do café sem açucar....
RP famoso tbm é gente...
Falei oi, conversamos sobre o tempo, transito, do café sem açucar....
RP famoso tbm é gente...
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famosos,
no_trabalho,
rp
5.22.2005
Durkheim, Levy e tatuagens
Esse dias estava eu desempenhando minha função de funcionária (com todo cuidado, afinal é emprego novo, você quer mostrar que foi uma boa contratação etc, etc..) quando o meu chefe comenta que sabe que eu tenho 2 tatuagens!
Interlúdio: apesar de todo o movimento que faz com que as tatuagens sejam aceitas pela sociedade, ainda sim não é tão legal exibi-las no ambiente de trabalho, elas ainda remetem à rebeldia, boêmia, crimes, drogas, bebida...etc. Creio que irá demorar algumas gerações ainda para que tatuagem mude de campo semântico.
Conservando com meu chefe (que já esta com cabelos grisalhos, mas nem é tão velho assim), descubro que ele ficou sabendo das minha tatuagem através do Orkut. (tem as fotos delas lá e link para este blog e para o meu fotolog)
Veja só, você expõe parte de sua vida real em um espaço virtual aberto, nos blogs, flog, orkuts, etc. Na sua vida real você desempenha seus papéis e acha que seu chefe não sabe que você tem tatuagens, que seus amigos não sabem que você tem x responsabilidades no trabalho, que seu namorado não sabe o que você conversar com suas amigas dentro do banheiro feminino. A partir do momento em que você coloca um dialogo, uma imagem, um pedacinho da sua vida real na internet, todos ficarão cientes "daquilo que você faz quando eles não estão te vendo". E caso um conhecido venha comentar ao vivo o que ele leu no seu blog ou viu no seu fotolog, você sente exatamente aquele gelado no estômago de quando você era pré-adolescente e sua mãe ou amiga descobria que você era afim do fulano-de-tal-da-série-tal-do-seu-colégio (segredo mortal que só você e seu diário sabia).
Food for thought: Sociedade vs. Comunidade: a comunidade virtual é capaz de nos despir de nossos papéis sociais???
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no_trabalho
5.19.2005
Post Ctrl+c Ctrl+v
*enquanto meu Outlook destrava.
Acordei gramatical esta semana.
Recebido por email:
¨Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido,feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e Zapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Crédito: Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife), que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
Acordei gramatical esta semana.
Recebido por email:
¨Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido,feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e Zapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história.
Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva."
Crédito: Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco - Recife), que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.
5.16.2005
Manifesto antigerundista
Lembre-se da seguinte regra gramatical:
O gerúndio NUNCA vem depois de um verbo no infinitivo.
Este artigo foi feito especialmente para que você possa estar recortando (recortar), estar imprimindo (imprimir) e estar fazendo (fazer) diversas cópias, para estar deixando (deixar) discretamente sobre a mesa de alguém que não consiga estar falando (falar) sem estar espalhando (espalhar) essa praga terrível que parece estar se disseminando (disseminar-se) na comunicação moderna, o gerundismo.
Você pode também estar passando (passar) por fax, estar mandando (mandar) pelo correio ou estar enviando (enviar) pela Internet. O importante é estar garantindo (garantir) que a pessoa em questão vá estar recebendo (receba) esta mensagem, de modo que ela possa estar (esteja) lendo e, quem sabe, consiga até mesmo estar se dando conta (se dar conta) da maneira como tudo o que ela costuma estar falando (falar) deve estar soando (soar) nos ouvidos de quem precisa estar ouvindo (ouvir). Sinta-se livre para estar fazendo (fazer) tantas cópias quantas você vá estar achando (ache) necessárias, de modo a estar atingindo (atingir) o maior número de pessoas infectadas por esta epidemia de transmissão oral.
Mais do que estar repreendendo (repreender) ou estar caçoando (caçoar), o objetivo deste movimento é estar fazendo (fazer) com que esteja caindo (caia) a ficha nas pessoas que costumam estar falando (falar) desse jeito sem estar percebendo (perceber). Nós temos que estar nos unindo (nos unir) para estar mostrando (mostrar) a nossos interlocutores que, sim!, pode estar existindo (existir) uma maneira de estar aprendendo (aprender) a estar parando (parar) de estar falando (falar) desse jeito.
Até porque, caso contrário, todos nós vamos estar sendo (seremos) obrigados a estar emigrando (emigrar) para algum lugar onde não vão estar nos obrigando (nos obriguem) a estar ouvindo (ouvir) frases assim o dia inteirinho.
Sinceramente: nossa paciência tem estado (está) a ponto de estar estourando (estourar).
Um "Eu vou estar transferindo a sua ligação" que eu vá estar ouvindo (ouça) pode chegar a estar provocando (provocar) alguma reação violenta da minha parte. Eu não vou estar me responsabilizando (me responsabilizarei) pelos meus atos. As pessoas precisam estar entendendo (entender) a maneira como esse vício maldito conseguiu estar entrando (entrar) na linguagem do dia-a-dia."
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educação,
inquietações
5.14.2005
O Barbudão
Tati, minha nova coleguíssima de trabalho ontem a tarde no telefone com um jornalista do Valor Enconômico que solicitava uma entrevista com o presidente da nossa empresa.
"Rui, você é um babudo aí da redação? Pq quando eu fui visitar vocês, me lembro de um barbudão (o tal do Rui responde) Legal! vc é o barbudão! (Tati dá um risadinha) Barbudão."
Anos de experiência com relacionamento com a mídia faz você chamar o jornalista de Barbudão.
Em comunicação só tem gente doida...
"Rui, você é um babudo aí da redação? Pq quando eu fui visitar vocês, me lembro de um barbudão (o tal do Rui responde) Legal! vc é o barbudão! (Tati dá um risadinha) Barbudão."
Anos de experiência com relacionamento com a mídia faz você chamar o jornalista de Barbudão.
Em comunicação só tem gente doida...
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escutei alguém falar por aí,
no_trabalho
5.07.2005
5.06.2005
Cibercultura??
A internet, a comunicação digital, são capazes democratizar ideías, criar finalmente a aldeia global etc etc.
Ai vc recebe o seguinte email assinado por um desconhecido:
UMA VISÃO BEM HUMORADA DO AMOR
O amor não é algo que te faz sair do chão e te transporta para
lugares que nunca vistes.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que escondes dentro de ti e não mostras para
ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por
onde passa.
Isso se chama pombo com caganeira.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que tu podes prender ou botar pra fora de
casa quando bem ntender.
Isso se chama cachorro.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre ti, te levou pra ver
estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia
mudar o que está diante de ti.
Isso se chama controle remoto de TV.
O amor é outra coisa."
"O amor é simplesmente... o amor."
Desconheço Autoria
e encontra este anúncio no Mercado Livre
Aposto que Pierre Levy não inclui esse tipo de conteúdo na cibercultura de sua aldeia global , digital, virtual, enfim....
Ai vc recebe o seguinte email assinado por um desconhecido:
UMA VISÃO BEM HUMORADA DO AMOR
O amor não é algo que te faz sair do chão e te transporta para
lugares que nunca vistes.
O nome disso é avião.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que escondes dentro de ti e não mostras para
ninguém.
Isso se chama vibrador tailandês de três velocidades.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que te faz perder a respiração e a fala.
O nome disso é bronquite asmática.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que chega de repente e te transforma em refém.
Isso se chama seqüestrador.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que voa alto no céu e deixa sua marca por
onde passa.
Isso se chama pombo com caganeira.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que tu podes prender ou botar pra fora de
casa quando bem ntender.
Isso se chama cachorro.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que lançou uma luz sobre ti, te levou pra ver
estrelas e te trouxe de volta com algo dele dentro de ti.
Isso se chama alienígena.
O amor é outra coisa.
O amor não é uma coisa que desapareceu e que, se encontrado, poderia
mudar o que está diante de ti.
Isso se chama controle remoto de TV.
O amor é outra coisa."
"O amor é simplesmente... o amor."
Desconheço Autoria
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Aposto que Pierre Levy não inclui esse tipo de conteúdo na cibercultura de sua aldeia global , digital, virtual, enfim....
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5.04.2005
O tal do ócio
O tal do ócio
Você está parada na frente do pc, olhando para a caixa de entrada do Lotus Notes que não recebe nada novo desde às 11h44.
Enquanto isso está o seu emprego novo te esperando, e o RH da empresa atual ainda não liberou a sua saída! F$#@
Uma prova horrorenda de estatística te esperando às 20h00 e você ai olhado para a tal caixa de entrada porque a sua chefe atual está em uma reunião desde de às 8h00 da manhã e por isso ela não conseguiu parar para você avisá-la que tem q sair mais cedo.
F$#@!
Ócio?
Você está parada na frente do pc, olhando para a caixa de entrada do Lotus Notes que não recebe nada novo desde às 11h44.
Enquanto isso está o seu emprego novo te esperando, e o RH da empresa atual ainda não liberou a sua saída! F$#@
Uma prova horrorenda de estatística te esperando às 20h00 e você ai olhado para a tal caixa de entrada porque a sua chefe atual está em uma reunião desde de às 8h00 da manhã e por isso ela não conseguiu parar para você avisá-la que tem q sair mais cedo.
F$#@!
Ócio?
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5.03.2005
Papo de almoço
Estava contando para meus colegas de trabalho uma estranha mania que eu tinha quando criança.
“Nossa, você era louca!?”* – foi o que um deles comentou.
Enfim, a tal mania estranha era me fechar no famoso “quarto de babunça” do apartamento que eu morava (que depois passou a ser o quarto do meu irmão mais novo), ligar o som (provavelmente Balão Mágico ou Xou da Xuxa) e ficar girando envolta de mim mesma.
Ficava assim horas.
Mentira. Ficava assim tempo o suficiente para não saber qual direção tomar. Aí era uns encontros com a parede, porta do armário, sofá, com o balde de Lego, a casa da Barbie, até a hora em que eu pisava num boneco do Comandos em Ação e buscava o sofá desesperadamente para esperar a dor passar. “Ai! Ai! Ai!”
Era divertido, assim como mais tarde, na piscina da casa da minha avó, eu ficava um tempão debaixo d’água nadando de um lado para outro, assim, mergulhada mesmo. Cabalhotas, de pontra cabeça, fingindo que eu era um peixe e parada suspensa na água.
Caramba, hoje em dia eu não tenho um lugar para ficar girando e nem um tanque d’água para ficar mergulhada.
Para onde eu vou quando sentir de migrar para outro mundo?
*Era não, sou.
“Nossa, você era louca!?”* – foi o que um deles comentou.
Enfim, a tal mania estranha era me fechar no famoso “quarto de babunça” do apartamento que eu morava (que depois passou a ser o quarto do meu irmão mais novo), ligar o som (provavelmente Balão Mágico ou Xou da Xuxa) e ficar girando envolta de mim mesma.
Ficava assim horas.
Mentira. Ficava assim tempo o suficiente para não saber qual direção tomar. Aí era uns encontros com a parede, porta do armário, sofá, com o balde de Lego, a casa da Barbie, até a hora em que eu pisava num boneco do Comandos em Ação e buscava o sofá desesperadamente para esperar a dor passar. “Ai! Ai! Ai!”
Era divertido, assim como mais tarde, na piscina da casa da minha avó, eu ficava um tempão debaixo d’água nadando de um lado para outro, assim, mergulhada mesmo. Cabalhotas, de pontra cabeça, fingindo que eu era um peixe e parada suspensa na água.
Caramba, hoje em dia eu não tenho um lugar para ficar girando e nem um tanque d’água para ficar mergulhada.
Para onde eu vou quando sentir de migrar para outro mundo?
*Era não, sou.
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inquietações
5.02.2005
O Show
27 de abril de 2005 - Credicard Hall - São Paulo - Brasil
Quase meia-noite.
É normal que o público grite o nome de seu ídolo, chamando-o para o palco. Na pista do Credicard Hall só tinha o silêncio. Silêncio em termos, já que as pessoas conversavam, mas o olhos estavam fixos no palco que só tinha os roads de banda montando-o.
Tensão.
E o Placebo entra, e a massa começa a se movimentar loucamente. Brian sobe ao palco, a massa enlouquece.
Antes de quase ser fagocitada por ela, afinal eu tenho apenas 1,50m de altura, consegui ver a banda tocar os primeiros acordes de Taste in Man. Divino.
No meio da música decidi ir para o fundo da pista, e lá arranjei um metro quadrado onde eu podia dançar e pular à vontade.
Chorei feito uma criança ouvindo Withoout You I'm Nothing e quase me rasguei dançando Special K.

Dai o show seguiu, fenômenal. Cada nota, cada solo, a gaita de Protect from what I want. 20 years.
Special Needs. Todas causaram uma mistura de emoções em todos que estavam lá. Histeria.
"Na minha cabeça, o show ainda continua" - meu namorado.
Acho que não é só na dele.
Você não foi?? Só lamento.
Enfim, TOCA PLACEBO!
Quase meia-noite.
É normal que o público grite o nome de seu ídolo, chamando-o para o palco. Na pista do Credicard Hall só tinha o silêncio. Silêncio em termos, já que as pessoas conversavam, mas o olhos estavam fixos no palco que só tinha os roads de banda montando-o.
Tensão.
E o Placebo entra, e a massa começa a se movimentar loucamente. Brian sobe ao palco, a massa enlouquece.
Antes de quase ser fagocitada por ela, afinal eu tenho apenas 1,50m de altura, consegui ver a banda tocar os primeiros acordes de Taste in Man. Divino.
No meio da música decidi ir para o fundo da pista, e lá arranjei um metro quadrado onde eu podia dançar e pular à vontade.
Chorei feito uma criança ouvindo Withoout You I'm Nothing e quase me rasguei dançando Special K.
Dai o show seguiu, fenômenal. Cada nota, cada solo, a gaita de Protect from what I want. 20 years.
Special Needs. Todas causaram uma mistura de emoções em todos que estavam lá. Histeria.
"Na minha cabeça, o show ainda continua" - meu namorado.
Acho que não é só na dele.
Você não foi?? Só lamento.
Enfim, TOCA PLACEBO!
4.26.2005
4.21.2005
Como Humberto Gessinger (o engenheiro do Hawaii) costuma cantar...
"O Papa é pop"
Se você parou na frente da tv ontem por volta das 1h40 da tarde e sentiu um nó garganta enquanto você espera um homem sair na janela, você teve uma experiência chamada sentimento de massa. O Papa conseguiu transmito-lo atras da TV, rádio, internet e hoje nos jornais. Todos com o mesmo nó na garganta....
Enfim, Habemus Papam!

"O Pop não poupa ninguém"
Se você parou na frente da tv ontem por volta das 1h40 da tarde e sentiu um nó garganta enquanto você espera um homem sair na janela, você teve uma experiência chamada sentimento de massa. O Papa conseguiu transmito-lo atras da TV, rádio, internet e hoje nos jornais. Todos com o mesmo nó na garganta....
Enfim, Habemus Papam!
"O Pop não poupa ninguém"
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TV
4.19.2005
Para encher os olhos....
...e te deixar com a pulga atrás da orelha.
Hero
But, WHAT THE FUCK Tarantino`s names is doing in this movie???!!
Desculpem a ignorância, mas eu não achei nenhuma matéria explicando qual é a dele ai.
Hero
But, WHAT THE FUCK Tarantino`s names is doing in this movie???!!
Desculpem a ignorância, mas eu não achei nenhuma matéria explicando qual é a dele ai.
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Cinema
4.17.2005
Ritos de passagem
Não sei se isso acontecia em todas as escola, ou se ainda acontece. Lembro de estar na 3ª série e onde eu estudava era o ano em que poderíamos começar a escrever com caneta em nossos caderno. Durante 3 semanas, se não me engano, a professora corregia todoas nossas lições e cardernos e se você não tivesse mais que x erros ortográficos, no fim daquele período nos poderiamos usas canetas para registar nossa aulas.
Eu era alucinada para usar aquelas canetas bic, do estojo que tem uma rosa, duas roxas, uma verde e uam azul turquesa; por tanto eu passei aquelas 3 semanas apavorada pensando "e se eu não conseguir?", "e se eu errar demais? Não vou poder usar as canetas coloridas!".
Tudo bem que imaginação de criança vai longe, mas com o tempo os desafio ganham um maior grau de dificuldade. E eu continuo no "e se...?"
Hold your breathe and count to ten
just fall apart and start again
Eu era alucinada para usar aquelas canetas bic, do estojo que tem uma rosa, duas roxas, uma verde e uam azul turquesa; por tanto eu passei aquelas 3 semanas apavorada pensando "e se eu não conseguir?", "e se eu errar demais? Não vou poder usar as canetas coloridas!".
Tudo bem que imaginação de criança vai longe, mas com o tempo os desafio ganham um maior grau de dificuldade. E eu continuo no "e se...?"
Hold your breathe and count to ten
just fall apart and start again
4.14.2005
Na Ilustrada de Hoje
CONTARDO CALLIGARIS
Os casamentos de Charles e "Jogos Subterrâneos"
No sábado passado, Charles, príncipe de Gales, casou-se, enfim, com Camilla Parker-Bowles. Não foi a celebração de uma nova paixão, mas um jeito de ratificar um relacionamento bastante persistente e, às vezes, um pouco inglório. A cerimônia suscitou simpatias, mas não fez sonhar ninguém, contrariamente ao que aconteceu no primeiro casamento do príncipe.
Se você tem mais de 40 anos, lembra-se das bodas de Charles com Diana Spencer.
Foi em julho de 1981. Talvez você achasse desprezível o interesse popular pelos amores dos "chiques e famosos". Talvez você zapeasse a cada aparição do casal na televisão e arrancasse furiosamente as capas de jornais e revistas, mas é impossível que você tenha evitado a visão dos beijos e dos olhares apaixonados do casal.
Anos depois, em 1994, numa entrevista televisiva, Charles admitiu ter sido infiel durante o casamento. Detalhe desagradável: a própria Diana foi informada naquela ocasião, pela televisão. Também em 1994 foi publicada uma biografia autorizada de Charles, em que ele declarava nunca ter amado Diana e ter casado com ela por pressão familiar.
A princesa deu o troco. No fim de 94, o major James Hewitt, instrutor de equitação de William, o primogênito do casal, tornou pública sua relação com a princesa, uma história que já durava cinco anos e que incluía aspectos pouco simpáticos, como algumas noites passadas com Diana no Palácio de Kensington, enquanto Charles estava viajando.
No entanto, apesar da declaração de Charles em 1994, basta contemplar as fotografias do casamento e dos primeiros tempos de Charles e Diana (é fácil encontrá-las na internet) para pensar que eles estavam sinceramente apaixonados.
Admito que talvez não estivessem apaixonados um pelo outro, mas ambos pela imagem ideal de seu encontro, de seu amor e de seu casamento. Acontece com muitos casais e não é necessário, para isso, que o encontro se dê numa festa na residência real de Sandringham ou que o casamento seja transmitido ao vivo para 1 bilhão de espectadores pelo mundo afora. De qualquer encontro amoroso, por modesto que seja, todos esperam que componha o cartão-postal de uma paixão perfeita.
A fotografia mais famosa do casamento de Diana e Charles é o beijo na sacada do palácio de Buckingham. Quando os recém-casados apareceram, a multidão de espectadores entoou: "Kiss-her, kiss-her", "Bei-ja, bei-ja". Beijaram-se.
Aparentemente, há um cálculo racional que transforma o encontro e a paixão inicial em figuras ideais do amor romântico. A idéia é a seguinte: se a escolha do parceiro for correta, se o encontro for mágico e encantado, o futuro do casal só poderá ser radioso.
Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam "felizes para sempre". Infeliz e freqüentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.
Agora, encontrar alguém que a gente esteja a fim de amar não é pouca coisa. Em geral, os verdadeiros encontros amorosos de uma vida se contam nos dedos de uma mão só.
Em suma, há uma expectativa de que encontros perfeitos e raros garantam amores felizes para a vida toda. Com isso, os momentos inicias do amor parecem ser os únicos que importam, os únicos que valem a pena contar.
"Jogos Subterrâneos", o bonito filme de Roberto Gervitz, que está em cartaz nestes dias, não é uma exceção. Inspirado num conto de Cortázar, narra a estratégia e as tentativas do protagonista, Martín, para encontrar a mulher da sua vida. Ele estabelece ao acaso um trajeto pelo metrô paulistano. Logo ele espera que, entre os passageiros, uma mulher capture seu olhar e a segue: se ela respeitar exatamente o percurso que ele prefixou, será a mulher de sua vida. A artimanha pode ser entendida de duas maneiras: todo encontro é um capricho do destino e é bom apaixonar-se por alguém que esteja fazendo um percurso parecido com o nosso.
No entanto Martín não pára de esbarrar em exceções à sua regra: ele só se relaciona com mulheres que seguem trajetos diferentes dos que ele fixou, mulheres que ele acaba conhecendo por acidente. Mesmo assim, ele consegue (a duras penas) o que ele queria: um encontro que, em matéria de cartão-postal, não deve nada ao casamento de Charles e Diana.
Mas esse "final feliz" é apenas o começo de uma história e é fácil prever que "nossos heróis" não vão viver felizes para sempre.
Aliás, na saída do filme, fiquei me perguntando: entre as mulheres que o protagonista encontra no metrô com qual ele dividiria a vida inteira (ou, ao menos, uma década prazerosa), se ele soubesse e pudesse escolher? Em outras palavras, Martín, no filme, encontra sua princesa Diana, mas quem seria sua melhor Camilla?
Os casamentos de Charles e "Jogos Subterrâneos"
No sábado passado, Charles, príncipe de Gales, casou-se, enfim, com Camilla Parker-Bowles. Não foi a celebração de uma nova paixão, mas um jeito de ratificar um relacionamento bastante persistente e, às vezes, um pouco inglório. A cerimônia suscitou simpatias, mas não fez sonhar ninguém, contrariamente ao que aconteceu no primeiro casamento do príncipe.
Se você tem mais de 40 anos, lembra-se das bodas de Charles com Diana Spencer.
Foi em julho de 1981. Talvez você achasse desprezível o interesse popular pelos amores dos "chiques e famosos". Talvez você zapeasse a cada aparição do casal na televisão e arrancasse furiosamente as capas de jornais e revistas, mas é impossível que você tenha evitado a visão dos beijos e dos olhares apaixonados do casal.
Anos depois, em 1994, numa entrevista televisiva, Charles admitiu ter sido infiel durante o casamento. Detalhe desagradável: a própria Diana foi informada naquela ocasião, pela televisão. Também em 1994 foi publicada uma biografia autorizada de Charles, em que ele declarava nunca ter amado Diana e ter casado com ela por pressão familiar.
A princesa deu o troco. No fim de 94, o major James Hewitt, instrutor de equitação de William, o primogênito do casal, tornou pública sua relação com a princesa, uma história que já durava cinco anos e que incluía aspectos pouco simpáticos, como algumas noites passadas com Diana no Palácio de Kensington, enquanto Charles estava viajando.
No entanto, apesar da declaração de Charles em 1994, basta contemplar as fotografias do casamento e dos primeiros tempos de Charles e Diana (é fácil encontrá-las na internet) para pensar que eles estavam sinceramente apaixonados.
Admito que talvez não estivessem apaixonados um pelo outro, mas ambos pela imagem ideal de seu encontro, de seu amor e de seu casamento. Acontece com muitos casais e não é necessário, para isso, que o encontro se dê numa festa na residência real de Sandringham ou que o casamento seja transmitido ao vivo para 1 bilhão de espectadores pelo mundo afora. De qualquer encontro amoroso, por modesto que seja, todos esperam que componha o cartão-postal de uma paixão perfeita.
A fotografia mais famosa do casamento de Diana e Charles é o beijo na sacada do palácio de Buckingham. Quando os recém-casados apareceram, a multidão de espectadores entoou: "Kiss-her, kiss-her", "Bei-ja, bei-ja". Beijaram-se.
Aparentemente, há um cálculo racional que transforma o encontro e a paixão inicial em figuras ideais do amor romântico. A idéia é a seguinte: se a escolha do parceiro for correta, se o encontro for mágico e encantado, o futuro do casal só poderá ser radioso.
Romances e filmes de amor, em sua esmagadora maioria, narram as peripécias dos amantes até que consigam se juntar. Depois disso, parece óbvio que eles vivam "felizes para sempre". Infeliz e freqüentemente, nos consultórios de psicoterapeutas e psicanalistas, a história dos casais depois do cartão-postal inicial é contada em versões bem menos sorridentes.
Agora, encontrar alguém que a gente esteja a fim de amar não é pouca coisa. Em geral, os verdadeiros encontros amorosos de uma vida se contam nos dedos de uma mão só.
Em suma, há uma expectativa de que encontros perfeitos e raros garantam amores felizes para a vida toda. Com isso, os momentos inicias do amor parecem ser os únicos que importam, os únicos que valem a pena contar.
"Jogos Subterrâneos", o bonito filme de Roberto Gervitz, que está em cartaz nestes dias, não é uma exceção. Inspirado num conto de Cortázar, narra a estratégia e as tentativas do protagonista, Martín, para encontrar a mulher da sua vida. Ele estabelece ao acaso um trajeto pelo metrô paulistano. Logo ele espera que, entre os passageiros, uma mulher capture seu olhar e a segue: se ela respeitar exatamente o percurso que ele prefixou, será a mulher de sua vida. A artimanha pode ser entendida de duas maneiras: todo encontro é um capricho do destino e é bom apaixonar-se por alguém que esteja fazendo um percurso parecido com o nosso.
No entanto Martín não pára de esbarrar em exceções à sua regra: ele só se relaciona com mulheres que seguem trajetos diferentes dos que ele fixou, mulheres que ele acaba conhecendo por acidente. Mesmo assim, ele consegue (a duras penas) o que ele queria: um encontro que, em matéria de cartão-postal, não deve nada ao casamento de Charles e Diana.
Mas esse "final feliz" é apenas o começo de uma história e é fácil prever que "nossos heróis" não vão viver felizes para sempre.
Aliás, na saída do filme, fiquei me perguntando: entre as mulheres que o protagonista encontra no metrô com qual ele dividiria a vida inteira (ou, ao menos, uma década prazerosa), se ele soubesse e pudesse escolher? Em outras palavras, Martín, no filme, encontra sua princesa Diana, mas quem seria sua melhor Camilla?
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Cinema
4.13.2005
"Every time i think of you
I get a shot right through into a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem i find
Living a life that i can't leave behind"
Triangle Love Bizarre = Flexibilidade
Dependendo o humor você a canta com o ritmo marcado do New Order ou com o toque apaixonado da Jewel.
Questão de embalagem.
Outro dia no Top Top MTV, a Marina Person e o Leo Madeira fizeram o ranking dos 10 mais depressivos da música. Lógico que eles citaram o The Cure, "que apesar do seu tom jubilante (adorei isso!) é só prestar atenção para te deixar muito muito triste". nada contra, adoro The Cure, mas realmente eles recolocaram o "splean" na moda de novo.
"Boys don't cry..."
I get a shot right through into a bolt of blue
It's no problem of mine but it's a problem i find
Living a life that i can't leave behind"
Triangle Love Bizarre = Flexibilidade
Dependendo o humor você a canta com o ritmo marcado do New Order ou com o toque apaixonado da Jewel.
Questão de embalagem.
Outro dia no Top Top MTV, a Marina Person e o Leo Madeira fizeram o ranking dos 10 mais depressivos da música. Lógico que eles citaram o The Cure, "que apesar do seu tom jubilante (adorei isso!) é só prestar atenção para te deixar muito muito triste". nada contra, adoro The Cure, mas realmente eles recolocaram o "splean" na moda de novo.
"Boys don't cry..."
4.10.2005
4.07.2005
3.30.2005
Security
Nessa semana, fiquei sabendo de algumas coisas que me fizeram pensar numa diferença interessante entre homens e mulher. Não q essa diferença mostre que um seja melhor que o outro, longe de mim fazer esse tipo de comparação. É apenas uma diferença: o que é um relacionamento seguro para cada sexo.
Situação 1
Um grande amigo meu, lá nos tempos de colegial, começo a namorar uma menina da nossa sala que era assim, toda menininha, aparentava ser frágil, ia prestar letras, uma amor de pessoas.
Passou-se uns 2 anos ou mais e no fim desse ano aconteceu coisas com a família dela, coisas daquelas de família que não se pode prever. Enfim, ela teve q se mudar para Bauru. Tranferiu a faculdade, teve que começar a trabalhar. 8h por dia, chegar em casa e arrumar suas coisas, ter que estudar. Meu amigo, que realmente gostava dessa menina que era assim tão caseira, eles mesmos se chamavam de "o casal caseiro", se assustou com essa nova moça que morava longe, estudava, trabalhava, se preocupava com dinheiro e não tinha certeza se conseguiria vir para São Paulo ver o namorado.
Ele, a pouco no msn conta que eles acabaram "estamos pensando muito diferente agora"
Situação 2
Minha amiga, que nunca foi lá de admitir que está apaixonada por alguém, uma vez foi a um bar rock comigo e lá, sem querer encontrei um amigo de uma outra amiga minha que foi no show do Deep Purple comigo e mais um monte de gente. Naquele dia, no bar, começou uma namoro, meio que contra a vontade da minha amiga, mas começou. Aos trancos e os barrancos eles foram o par de namorados mais apaixonados que eu conheço (mesmo que minha amiga ainda não admita). Outro dia, minha amiga, tbm por msn, anuncia a suspensão do namoro "ele falou que com eu ja faço faculdade e trabalho em uma empresa boa ele vai virar dono-de-casa, pois ão vê necessidade de continuar estudando e nem de procurar um emprego melhor já que eu já penso em tudo isso."
Divergência: Meu amigo se assuntou com a nova namorada por ela não estava mais ali, em "ambiente doméstico". Minha amiga se assustou porque o namorado não demostrou o mínimo de ambição de ser pelo menos auto-sustentável.
Segurança tem realmente significados diferentes para homens e mulheres?
Situação 1
Um grande amigo meu, lá nos tempos de colegial, começo a namorar uma menina da nossa sala que era assim, toda menininha, aparentava ser frágil, ia prestar letras, uma amor de pessoas.
Passou-se uns 2 anos ou mais e no fim desse ano aconteceu coisas com a família dela, coisas daquelas de família que não se pode prever. Enfim, ela teve q se mudar para Bauru. Tranferiu a faculdade, teve que começar a trabalhar. 8h por dia, chegar em casa e arrumar suas coisas, ter que estudar. Meu amigo, que realmente gostava dessa menina que era assim tão caseira, eles mesmos se chamavam de "o casal caseiro", se assustou com essa nova moça que morava longe, estudava, trabalhava, se preocupava com dinheiro e não tinha certeza se conseguiria vir para São Paulo ver o namorado.
Ele, a pouco no msn conta que eles acabaram "estamos pensando muito diferente agora"
Situação 2
Minha amiga, que nunca foi lá de admitir que está apaixonada por alguém, uma vez foi a um bar rock comigo e lá, sem querer encontrei um amigo de uma outra amiga minha que foi no show do Deep Purple comigo e mais um monte de gente. Naquele dia, no bar, começou uma namoro, meio que contra a vontade da minha amiga, mas começou. Aos trancos e os barrancos eles foram o par de namorados mais apaixonados que eu conheço (mesmo que minha amiga ainda não admita). Outro dia, minha amiga, tbm por msn, anuncia a suspensão do namoro "ele falou que com eu ja faço faculdade e trabalho em uma empresa boa ele vai virar dono-de-casa, pois ão vê necessidade de continuar estudando e nem de procurar um emprego melhor já que eu já penso em tudo isso."
Divergência: Meu amigo se assuntou com a nova namorada por ela não estava mais ali, em "ambiente doméstico". Minha amiga se assustou porque o namorado não demostrou o mínimo de ambição de ser pelo menos auto-sustentável.
Segurança tem realmente significados diferentes para homens e mulheres?
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3.23.2005
Ok, para tudo agora
Em Minnesota ocorreu mais um massacre dentro de uma escola. Segundo os jornais, mais um menino com 15 a 17 anos, que andava sempre vestido de preto, matou os avós, entrou em sua escola armado e saiu atirando em todos q via pela frente. Matou-se logo em seguida.
Por que?
Na reportagem, já encontramos um histórico "familiar" e a descrição "ele se vestia sempre de preto".
Nada de um porquê. Só um breve perfil do famoso "tipinho estranho". (acabei de ler q o tal era admirador de Hitler, machete)
Por que?
Esta ai um material para "Tiros em Red Lake"
Por que?
Na reportagem, já encontramos um histórico "familiar" e a descrição "ele se vestia sempre de preto".
Nada de um porquê. Só um breve perfil do famoso "tipinho estranho". (acabei de ler q o tal era admirador de Hitler, machete)
Por que?
Esta ai um material para "Tiros em Red Lake"
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3.21.2005
Clock
Quero comentar tanta coisa...
O show do Kravitz
Tratamento com Florais e Reiki
Preço do show do Placebo
Para o mundo!
O show do Kravitz
Tratamento com Florais e Reiki
Preço do show do Placebo
Para o mundo!
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3.11.2005
Eu quero muito entender
Elis Regina
Signo: Peixes
Tom Jobim
Signo: Aquário
Sylvia Ferrari
Signo: Libra
Mistério..
Signo: Peixes
Tom Jobim
Signo: Aquário
Sylvia Ferrari
Signo: Libra
Mistério..
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3.10.2005
Dia internacional dos ETs
Como a correria foi tanta que eu não consegui me manifestar.
O último dia 8.
Na Folha de SP saiu um mega especial sobre a saúde da mulher. Pensei “Legal!”.
O Índice
- Elas ficam mais doentes
- Elas se estressam mais
- Elas tem os pés frio
- Elas ganham mais hematomas
- Elas tem varizes
- Elas tem estudam mais, mas ainda ganham menos
Poxa, me senti um ET.
Sim, é verdade que tenhos tudo isso (e mais um pouco). Talvez até sejamos Ets.
Mas não precisa listar só isso.
Enfim, feliz dia internacional dos Ets.
Ops!
Das Mulheres!
O último dia 8.
Na Folha de SP saiu um mega especial sobre a saúde da mulher. Pensei “Legal!”.
O Índice
- Elas ficam mais doentes
- Elas se estressam mais
- Elas tem os pés frio
- Elas ganham mais hematomas
- Elas tem varizes
- Elas tem estudam mais, mas ainda ganham menos
Poxa, me senti um ET.
Sim, é verdade que tenhos tudo isso (e mais um pouco). Talvez até sejamos Ets.
Mas não precisa listar só isso.
Enfim, feliz dia internacional dos Ets.
Ops!
Das Mulheres!
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3.08.2005
3.07.2005
Não tive chance
de atualizar.
A janela ficou o dia inteiro aberta e eu não consegui escrever um "A" aqui.
A janela ficou o dia inteiro aberta e eu não consegui escrever um "A" aqui.
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3.03.2005
2.28.2005
OSCAR 2005
Biografias estão em moda.
Banderas e Santana foi tudo.
A tradução da TNT foi um lixo.
O Billy Cristal não é o cara mais engraçado do mundo, mas o Cris Rock também não é.
Scorsese não é Peter Jackson. Try again.
O Vestido da Giseli B. era horrivel.
O que foi aquele cacho de marimbondos que a Pelénope Cruz usava na cabeça.
Beyoncé cantando em francês???
Onde estavam os homens bonitos??
Galadriel. Ops! Elisabeth. Ops! Enfim...mereceu. Hepburn.Ops! Blanchett.
Eu tô velha...peguei no sono no meio da transmissão.
Banderas e Santana foi tudo.
A tradução da TNT foi um lixo.
O Billy Cristal não é o cara mais engraçado do mundo, mas o Cris Rock também não é.
Scorsese não é Peter Jackson. Try again.
O Vestido da Giseli B. era horrivel.
O que foi aquele cacho de marimbondos que a Pelénope Cruz usava na cabeça.
Beyoncé cantando em francês???
Onde estavam os homens bonitos??
Galadriel. Ops! Elisabeth. Ops! Enfim...mereceu. Hepburn.Ops! Blanchett.
Eu tô velha...peguei no sono no meio da transmissão.
2.27.2005
Comin' Home
Boa Noite 7272 Mercado da Lapa Via Consolação Pompéia
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São Paulo
2.25.2005
E o dia virou noite...
Uma profecia que virou rotina para quem vive em São Paulo.
Haja água.
Haja água.
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São Paulo
2.21.2005
Domingo eu quero ver o domingo passar...
Nas últimas horas:
- Quase que eu comprei um Invisible Bra
- Pensei em chamar o FAB5 (Queer Eye for the straight Guy) para reformar o meu pai (ou meu namorado)
- Quase quis uma Extreme Makeover
Todas essas idéias fabulosas duraram exatamente 30 segundos cada.
Desliguei a Tv e fui ler um livro.
- Quase que eu comprei um Invisible Bra
- Pensei em chamar o FAB5 (Queer Eye for the straight Guy) para reformar o meu pai (ou meu namorado)
- Quase quis uma Extreme Makeover
Todas essas idéias fabulosas duraram exatamente 30 segundos cada.
Desliguei a Tv e fui ler um livro.
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2.20.2005
Segunda meia-noite
Quem me conhece melhor sabe que eu tenho problemas sérios com números, tipo uma dislexia, eu troco os números de ordem. 245 eu vou ler 254 ou 524, se não prestar atenção.
(Sim, eu sou uma pessoa, digamos, "descompensada")
Por isso tenho alguns problemas com relógios digitais. Nem me atrevi ainda a mudar todos os relógio aqui de casa. Provavelmente perderia pelo menos uma meia-hora do meu dia isso. (Preciso de supervisão de um aldulto responsável)
Não sei se gosto ou desgosto do horário de verão, mas é interessante ver como as pessoas se confundem no dia da mudança. Hoje fui acordada uma hora mais cedo, já que se confundiram.
Passei duas vezes pela meia-noite ontem. Não queria aquela uma hora a mais.
(Sim, eu sou uma pessoa, digamos, "descompensada")
Por isso tenho alguns problemas com relógios digitais. Nem me atrevi ainda a mudar todos os relógio aqui de casa. Provavelmente perderia pelo menos uma meia-hora do meu dia isso. (Preciso de supervisão de um aldulto responsável)
Não sei se gosto ou desgosto do horário de verão, mas é interessante ver como as pessoas se confundem no dia da mudança. Hoje fui acordada uma hora mais cedo, já que se confundiram.
Passei duas vezes pela meia-noite ontem. Não queria aquela uma hora a mais.
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2.19.2005
ONCE MORE WITH FEELING
I hold an image of the ashtray girl
As the cigarette burns on my chest
I wrote a poem that described her world
That put my friendship to the test
Eles virão!
And late at night
Whilst on all fours
She used to watch me kiss the floor
What's wrong with this picture?
Eu sobrevivi
Farewell the ashtray girl
Forbidden snowflake
Beware this troubled world
Watch out for earthquakes
Goodbye to open sores
To broken centre floor
We know we miss her
We miss her picture
Vodka dá amnésia...
As the cigarette burns on my chest
I wrote a poem that described her world
That put my friendship to the test
Eles virão!
And late at night
Whilst on all fours
She used to watch me kiss the floor
What's wrong with this picture?
Eu sobrevivi
Farewell the ashtray girl
Forbidden snowflake
Beware this troubled world
Watch out for earthquakes
Goodbye to open sores
To broken centre floor
We know we miss her
We miss her picture
Vodka dá amnésia...
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2.16.2005
2.15.2005
Obs
Às vezes eu acho que fila de banco é um espécie de universo paralelo.
Limbo.
Limbo.
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2.14.2005
Carnavália
Vem pra minha ála que hoje a nossa escola vai desfilar
Intervalo: Murphy tentou matar meu pobre HD. Sim, Murphy e eu estamos em guerra essa semana, afinal, se ele não paracer na organização de um evento, para onde ele vai?
Vem me namorar também
Reflexão: Qualquer hora ela ainda vai tomar um tapão na orelha.
Sinto a batucada se aproximar
Lembrete: Ficar esperta quando chegar em casa a noite, já que hoje em dia as pessoas te esperam na porta de casa para te assaltar/sequestrar/matar/etc. Violência delivery.
Cuíca gemeu, será que era eu quando ela passou por mim?
Dica: “Hit the road, Jack. ‘Cause I don’t want see you no more, no more, no more, no more!” – Ray, nos cinemas.
La la la, la la la, la la la la. A onde?
Intervalo: Murphy tentou matar meu pobre HD. Sim, Murphy e eu estamos em guerra essa semana, afinal, se ele não paracer na organização de um evento, para onde ele vai?
Vem me namorar também
Reflexão: Qualquer hora ela ainda vai tomar um tapão na orelha.
Sinto a batucada se aproximar
Lembrete: Ficar esperta quando chegar em casa a noite, já que hoje em dia as pessoas te esperam na porta de casa para te assaltar/sequestrar/matar/etc. Violência delivery.
Cuíca gemeu, será que era eu quando ela passou por mim?
Dica: “Hit the road, Jack. ‘Cause I don’t want see you no more, no more, no more, no more!” – Ray, nos cinemas.
La la la, la la la, la la la la. A onde?
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2.04.2005
Achados e Perdidos
Estava eu dentro de um supermercado aqui perto de casa. Entrei, logo achei o que procurava e fui para a tal da fila do "caixa rápido".
Minha cabeça estava ocupada com coisas do tipo "amanhã tenho q confirmar os dois últimos palestrantes, minha diretora tem q liberar a verba para a compra dos materiais do eventos, às 10h tenho reunião com parceiro de negócios...etc etc."; quando alguma coisa puxou a barra do meu blazer.
Olhei para baixo e vi dois olhinhos vermelhos e assustados soluçando para mim: "Moça, eu perdi a minha mãe."
Falei para ele se acalmar e, como toda pessoa de bom senso, peguei o menino pela mão para levar até o balão do informações e pedir para anunciar o menino, ai eu laragva ele no "achados e perdidos" e volta para a tal da fila do caixa rápido q eu apostaria que nem tinha andado.
Não precisei chegar até o balcão, encontramos a mãe, que também estava indo para lá. Na hora eu vi os dois se encontranto lembrei de um sonho que eu tinha com minha frequência quando era criança.
O sonho era o seguinte, eu estava com minha mãe no supermercado e durante as compras, eu me separava dela para ir ver a prateleira de danoninhos (não me pergunte o pq). Passava-se um tempo, eu percebia que havia me perdeido da minha mãe e fica muito assustada, sempre nessa parte eu acordada na minha cama em pânico, chorando e suada.
No fim acho q nunca me perdi da minha mãe em nenhum supermercado, shopping ou praia, mas talvez eu ainda tenha um pouco de medo de me distrair com um danoninho e me separar de alguém que vai as compras comigo.
Minha cabeça estava ocupada com coisas do tipo "amanhã tenho q confirmar os dois últimos palestrantes, minha diretora tem q liberar a verba para a compra dos materiais do eventos, às 10h tenho reunião com parceiro de negócios...etc etc."; quando alguma coisa puxou a barra do meu blazer.
Olhei para baixo e vi dois olhinhos vermelhos e assustados soluçando para mim: "Moça, eu perdi a minha mãe."
Falei para ele se acalmar e, como toda pessoa de bom senso, peguei o menino pela mão para levar até o balão do informações e pedir para anunciar o menino, ai eu laragva ele no "achados e perdidos" e volta para a tal da fila do caixa rápido q eu apostaria que nem tinha andado.
Não precisei chegar até o balcão, encontramos a mãe, que também estava indo para lá. Na hora eu vi os dois se encontranto lembrei de um sonho que eu tinha com minha frequência quando era criança.
O sonho era o seguinte, eu estava com minha mãe no supermercado e durante as compras, eu me separava dela para ir ver a prateleira de danoninhos (não me pergunte o pq). Passava-se um tempo, eu percebia que havia me perdeido da minha mãe e fica muito assustada, sempre nessa parte eu acordada na minha cama em pânico, chorando e suada.
No fim acho q nunca me perdi da minha mãe em nenhum supermercado, shopping ou praia, mas talvez eu ainda tenha um pouco de medo de me distrair com um danoninho e me separar de alguém que vai as compras comigo.
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2.02.2005
1.28.2005
Verbo novo - Borboletar
Um novo sinônimo para moscar que No fundo os dois significam - não fazer nada, mas borboletar é mais elegante, delicado, chic.
Imagine uma borborleta feliz parada no canto....está lá, fazendo nada. Quando a encontra, aquela criaturinha frágil e colorida faz você pensar em beleza, leveza e ela simplesmente está lá, fazendo nada.
Modelos borboletam, manequins nas vitrines borboletam (alguns nem tanto dependendo da loja), um bichano manhoso borboleta, a pessoa que você gosta, deitada na rede ou na cama, borboleta.
eu borboleto
tu borboletas
ele borboleta
nos borboletamos
vós borboletais
eles borboletam
Diz se não fica mais bonito.
"Estava na praia semana passada, aquela que choveu todo dia. Acabei borboletando o tempo todo."
Lindo!
Deveriamos borboletar mais de vez em quando.
Imagine uma borborleta feliz parada no canto....está lá, fazendo nada. Quando a encontra, aquela criaturinha frágil e colorida faz você pensar em beleza, leveza e ela simplesmente está lá, fazendo nada.
Modelos borboletam, manequins nas vitrines borboletam (alguns nem tanto dependendo da loja), um bichano manhoso borboleta, a pessoa que você gosta, deitada na rede ou na cama, borboleta.
eu borboleto
tu borboletas
ele borboleta
nos borboletamos
vós borboletais
eles borboletam
Diz se não fica mais bonito.
"Estava na praia semana passada, aquela que choveu todo dia. Acabei borboletando o tempo todo."
Lindo!
Deveriamos borboletar mais de vez em quando.
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1.27.2005
1.26.2005
Filosofia
Um conhecido costuma falar:
"Existem só 1000 pessoas no mundo. O resto é figurante."
I believe.
"Existem só 1000 pessoas no mundo. O resto é figurante."
I believe.
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escutei alguém falar por aí
1.25.2005
Alerta Laranja
Lá no fundo, a pequena luz laranja acendeu.
Muito cedo para dispara qualquer alarme...vermelho.
E muito, muito cedo mesmo, num futuro provavelmente inexistente, esse alerta não chegará a ficar verde.
(Já que li em um livro que ele era verde.)
Até lá, já foi embora.
Tudo será resolvido com as RP Powers.
(!!)
Muito cedo para dispara qualquer alarme...vermelho.
E muito, muito cedo mesmo, num futuro provavelmente inexistente, esse alerta não chegará a ficar verde.
(Já que li em um livro que ele era verde.)
Até lá, já foi embora.
Tudo será resolvido com as RP Powers.
(!!)
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1.21.2005
Tema Batido
Ela estava olhando para o chão. Na verdade ela tinha o olhar fixo no chão.
Passavam pessoas naquele correndo largo, entrando, saindo, com malas na mão, nos carrinhos. Gente esperando para ir, gente esperando gente chegar.
No meio da gente que espera para ir, ele, com passos pequenos, entra na sala de espera. Olhou para trás. Viu muitas cabeças que iam para lá também e uma cabeça de costas.. Marejou os olhos.
Ela não via mais o chão, embaçou a vista. Olhava para o nada, de costas para a entrada da tal sala de espera. Pingam as lagrimas.
Ele entrou.
Ela começou andar para sair daquele corredor.
Eles iam embora.
Meia-volta.
Passavam pessoas naquele correndo largo, entrando, saindo, com malas na mão, nos carrinhos. Gente esperando para ir, gente esperando gente chegar.
No meio da gente que espera para ir, ele, com passos pequenos, entra na sala de espera. Olhou para trás. Viu muitas cabeças que iam para lá também e uma cabeça de costas.. Marejou os olhos.
Ela não via mais o chão, embaçou a vista. Olhava para o nada, de costas para a entrada da tal sala de espera. Pingam as lagrimas.
Ele entrou.
Ela começou andar para sair daquele corredor.
Eles iam embora.
Meia-volta.
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aeroportos,
São Paulo
1.20.2005
Reconstruindo
Ia mudar um pouco a cara dele...
Desencanei...
Agora eu preciso arrumar tuuuuuuudo de novo.
Desencanei...
Agora eu preciso arrumar tuuuuuuudo de novo.
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blog,
gavetadecriadomudo
Nhá?
Definitivamente eu odeio com o tempo começa a se arrastar (eu e todos os ser habitantes do Planeta terra que tem a noção de tempo). É, acho q até os animais devem se incomodar com isso.
Vc está no seu escritório, quer ir embora pq o que tinha q fazer, vc já fez. E fica ai, atualizando blog. (para não ficar roendo unhas)
Amanhã há de ser um dia mais produtivo. O tempo vai voar, vou correr para fazer tudo.
Hoje eu estou com aquela sensação “poxa, eu poderia ler meu livro, mas meu livro está em casa e eu estou aqui sem ter o que fazer”. O livro, Salas dos Homicício, 'mó legal', eu parei naquela parte de vc não deve parar pq vc vai ficar desesperada para voltar a ler o maia rápido possível.
E eu ainda comprei ontem mais três, 3(!!!) títulos para ficarem na lista de espera da minha cabeceira.
UUUUUUU...devo estar ansiosa.
Comi chocolate, pq falar q chocolate diminui a ansiedade. Mentira, chocolate tem açucar, que ultimammenet me deixa tão elétrica como criança hiperativa.
17h00. Nháaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Falando em Nhá. Tem uam comunidade no Orkut destinada para as pessoas que curtem falar Nhá. No fórum tem um tópico que os participantes (incluindo eu) juram que o Nhá é ótimo para alivar a ansiedade. Portanto, Nháaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
Vc está no seu escritório, quer ir embora pq o que tinha q fazer, vc já fez. E fica ai, atualizando blog. (para não ficar roendo unhas)
Amanhã há de ser um dia mais produtivo. O tempo vai voar, vou correr para fazer tudo.
Hoje eu estou com aquela sensação “poxa, eu poderia ler meu livro, mas meu livro está em casa e eu estou aqui sem ter o que fazer”. O livro, Salas dos Homicício, 'mó legal', eu parei naquela parte de vc não deve parar pq vc vai ficar desesperada para voltar a ler o maia rápido possível.
E eu ainda comprei ontem mais três, 3(!!!) títulos para ficarem na lista de espera da minha cabeceira.
UUUUUUU...devo estar ansiosa.
Comi chocolate, pq falar q chocolate diminui a ansiedade. Mentira, chocolate tem açucar, que ultimammenet me deixa tão elétrica como criança hiperativa.
17h00. Nháaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Falando em Nhá. Tem uam comunidade no Orkut destinada para as pessoas que curtem falar Nhá. No fórum tem um tópico que os participantes (incluindo eu) juram que o Nhá é ótimo para alivar a ansiedade. Portanto, Nháaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!!!!
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inquietações,
livros,
trabalho
1.19.2005
Coisas que eu pensei que eu nunca iria escutar
Pessoa A ao ver que o apelido da irmã da pessoa B era Dolly:
- Dolly....É por causa daquele Guaraná?
Pessoa B:
- Não, demos esse apelido por causa da ovelha que foi clonada.
Pessoa A que fez aquela cara que de não faz idéia do que se trata:
- Ah...Mas você lembra da propaganda desse Guaraná?
- Dolly....É por causa daquele Guaraná?
Pessoa B:
- Não, demos esse apelido por causa da ovelha que foi clonada.
Pessoa A que fez aquela cara que de não faz idéia do que se trata:
- Ah...Mas você lembra da propaganda desse Guaraná?
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escutei alguém falar por aí
1.18.2005
Time to clean
Desceu um espirito, hora de limpeza nas gavetas e armários da minha baia.
Provavelmente a operação abrangerá meu quarto hoje a noite.
Devo estar com acúmulo do energia.
Provavelmente a operação abrangerá meu quarto hoje a noite.
Devo estar com acúmulo do energia.
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inquietações
1.17.2005
Um conselho que eu não ouvi
"Wear sunscreen.
If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be it.
The long-term benefits of sunscreen have been proved by scientists,
whereas the rest of my advice has no basis more reliable than my own
meandering experience. I will dispense this advice now." - (Everybody's free to wear sunscreen - MarySchmich)
Agora tudo arde....Ai.
If I could offer you only one tip for the future, sunscreen would be it.
The long-term benefits of sunscreen have been proved by scientists,
whereas the rest of my advice has no basis more reliable than my own
meandering experience. I will dispense this advice now." - (Everybody's free to wear sunscreen - MarySchmich)
Agora tudo arde....Ai.
1.13.2005
Mais redonda
Um dia você acorda e percebe que milhares de almas simplesmente deixaram o plano terreno em questão de minutos.
Nos dias que se seguem, dá para perceber o quanto aquele terremoto do outro lado do mundo afeta você.
Quer a última?
Terremoto na Ásia deixou Terra ´mais redonda´
Nosso Norte literalmente mudou (pouco, mas mudou)
Nosso tempo mudou (justo agora que eu precisava de mais uns segundinhos para tudo dar certo no meu dia)
Ficamos mais redondos, segundos os cientistas.
Redondos.
Foi uma tragédia e não a Skoll.
Nos dias que se seguem, dá para perceber o quanto aquele terremoto do outro lado do mundo afeta você.
Quer a última?
Terremoto na Ásia deixou Terra ´mais redonda´
Nosso Norte literalmente mudou (pouco, mas mudou)
Nosso tempo mudou (justo agora que eu precisava de mais uns segundinhos para tudo dar certo no meu dia)
Ficamos mais redondos, segundos os cientistas.
Redondos.
Foi uma tragédia e não a Skoll.
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terremoto
1.12.2005
REVOLTA
Não creio q vão fazer isso de novo:
Rock in Rio faz 20 anos com nova edição em Lisboa
Por que? Por que??
Por que???
Rock in Rio faz 20 anos com nova edição em Lisboa
Por que? Por que??
Por que???
1.11.2005
1.08.2005
Chilique!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Folha de São Paulo
PLACEBO NO BRASIL
As casas indies paulistanas já podem preparar sem maiores constrangimentos um "especial Placebo" por semana, daqui até meados de março. Chegou a confirmação nas EMI sul-americanas da bendita vinda para o terceiro mês de 2005 da banda de mr. (?) Brian Molko. Saiu na revista "Les Unrockuptibles" argentina a notícia de que finalmente o Placebo vem excursionar por Chile, Argentina e Brasil.
O Placebo é uma das bandas indies mais queridas dos indies latinos. Aqui no Brasil DJs de toda festa de rock é assombrado com o pedido de "Toca Placebo", a versão anos 90 para o "Toca Raul".
No Chile, amigo meu jura que a banda é mais popular que o Radiohead.
Na Argentina, chamam o grupo de Molko de "o novo The Cure".
A primeira vinda do Placebo para estes lados de cá se dá para a promoção da coletânea "One More with Feeling", a compilação de singles de 1996-2004 que acaba de ser lançada no Brasil.
O disco traz 17 lados A da banda, tipo as campeãs "Nancy Boy", "Every You Every Me" e "Especial K", além de duas inéditas: "I Do" e "Twenty Years".
A cópia que sai aqui é a inglesa, só com um CD. A americana traz um disco extra de remixes. Tem dez versões dance, como "Special K" remixada por Timo Maas; "Without You I'm Nothing", com David Bowie e mexida pelo Unkle e "Pure Morning", "tratada" pelo Les Rythmes Digitales, entre outras.
PLACEBO NO BRASIL
As casas indies paulistanas já podem preparar sem maiores constrangimentos um "especial Placebo" por semana, daqui até meados de março. Chegou a confirmação nas EMI sul-americanas da bendita vinda para o terceiro mês de 2005 da banda de mr. (?) Brian Molko. Saiu na revista "Les Unrockuptibles" argentina a notícia de que finalmente o Placebo vem excursionar por Chile, Argentina e Brasil.
O Placebo é uma das bandas indies mais queridas dos indies latinos. Aqui no Brasil DJs de toda festa de rock é assombrado com o pedido de "Toca Placebo", a versão anos 90 para o "Toca Raul".
No Chile, amigo meu jura que a banda é mais popular que o Radiohead.
Na Argentina, chamam o grupo de Molko de "o novo The Cure".
A primeira vinda do Placebo para estes lados de cá se dá para a promoção da coletânea "One More with Feeling", a compilação de singles de 1996-2004 que acaba de ser lançada no Brasil.
O disco traz 17 lados A da banda, tipo as campeãs "Nancy Boy", "Every You Every Me" e "Especial K", além de duas inéditas: "I Do" e "Twenty Years".
A cópia que sai aqui é a inglesa, só com um CD. A americana traz um disco extra de remixes. Tem dez versões dance, como "Special K" remixada por Timo Maas; "Without You I'm Nothing", com David Bowie e mexida pelo Unkle e "Pure Morning", "tratada" pelo Les Rythmes Digitales, entre outras.
1.07.2005
Keep walkin'
Engraçado,
Ultimamente eu ando obeservando o que aconteceu na vida de meus amigos e de amigos os quais perdi contato. Desde de a época em que os conheci até hoje. Percebi que minha amiga desde de quando eu me entendo por gente completa 20 anos essa semana!
Conversando com ela no MSN eu disse:
S - "Thá, quando éramos pequenas eu nunca imaginei que um dia nós teríamos vinte anos!!!"
T - "É Sy, o pior q todo esse tempo q somo amigas parace que passou muito rápido"
S - "Acredita que toda vez que eu vou na sua casa, eu sempre tenho a impressão que eu estou carregando uma sacolinha com as Barbies e todas as roupinhas delas dentro?"
T - "Jura??!!"
S - "Juro. É super estranho, mas acontece"
T - "vai ver q é pq nossa altura não mudou muito daqueles tempos para cá.hehehehe"
S - "hehehehhehehe. Deve ser. Ficamos mais velhas sem crescer."
-----------------------------------------
Mudando um pouco de assunto.
Achei que a minha curiosidade iria sempre me deixar presa com certas lembranças. De certa forma, isso era um motivo para odiar o orkut algumas vezes. Hoje achei que iria dormir brava comigo mesma por fuçar onde não devo.
Miracle: Estou saberoado uma inesperada sensação de alívio. Foi embora.
Enfim, olhando o profile percebi que nunca mudou (talvez nem mude), apenas ganhou barba e peso, mas seguiu. Devagar (até demais achei), mas foi embora. Finalmente me deixou.
Deseo que vá bien lejos, sin cambiar su presente por lo que se fué.
Talvez esse trecho do post seja para você, que nunca vai ler (espero mesmo).
----------------------------------------
Agora, cá entre nós (toda galera)
Declarações amorosas realmente viraram moda no orkut?
Se virou, que pena. Gosto da sutilidade.
Ultimamente eu ando obeservando o que aconteceu na vida de meus amigos e de amigos os quais perdi contato. Desde de a época em que os conheci até hoje. Percebi que minha amiga desde de quando eu me entendo por gente completa 20 anos essa semana!
Conversando com ela no MSN eu disse:
S - "Thá, quando éramos pequenas eu nunca imaginei que um dia nós teríamos vinte anos!!!"
T - "É Sy, o pior q todo esse tempo q somo amigas parace que passou muito rápido"
S - "Acredita que toda vez que eu vou na sua casa, eu sempre tenho a impressão que eu estou carregando uma sacolinha com as Barbies e todas as roupinhas delas dentro?"
T - "Jura??!!"
S - "Juro. É super estranho, mas acontece"
T - "vai ver q é pq nossa altura não mudou muito daqueles tempos para cá.hehehehe"
S - "hehehehhehehe. Deve ser. Ficamos mais velhas sem crescer."
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Mudando um pouco de assunto.
Achei que a minha curiosidade iria sempre me deixar presa com certas lembranças. De certa forma, isso era um motivo para odiar o orkut algumas vezes. Hoje achei que iria dormir brava comigo mesma por fuçar onde não devo.
Miracle: Estou saberoado uma inesperada sensação de alívio. Foi embora.
Enfim, olhando o profile percebi que nunca mudou (talvez nem mude), apenas ganhou barba e peso, mas seguiu. Devagar (até demais achei), mas foi embora. Finalmente me deixou.
Deseo que vá bien lejos, sin cambiar su presente por lo que se fué.
Talvez esse trecho do post seja para você, que nunca vai ler (espero mesmo).
----------------------------------------
Agora, cá entre nós (toda galera)
Declarações amorosas realmente viraram moda no orkut?
Se virou, que pena. Gosto da sutilidade.
Ctrl-C Ctrl-V ( na cara dura mesmo)
Do cara que senta na cadeira 1 da sala dos Imortais.
A Capivara
04/01/2005
A capivara Num desses "Liberdade de Expressão", na CBN, o Heródoto Barbeiro quis saber minha opinião sobre quem era a mala do ano que estava acabando. Havia centenas de candidatos, mas preferi a capivara que andou aqui pela Lagoa. Por obra e desgraça da mídia sem assunto, onde pululam diversas malas, foi transformada em personagem do Rio.
Deus é testemunha de que nada tenho contra as capivaras, na verdade, não me lembro de ter visto alguma, aqui na Lagoa ou em qualquer outro canto do mundo. Se vi, não sabia que era capivara --o que dá no mesmo.
Curioso como certa espécie de desocupados, esbofando-se para criar qualquer coisa que chame atenção, promova causas, tente mobilizar as massas criando heróis que antes de se tornarem qualquer coisa de importante, tornam-se malas difíceis de carregar.
Repito que nada tenho contra a capivara, mas achei bobagem o espaço e o tempo que ela ocupou no noticiário miúdo, com gente forçando a barra para empurrá-la pela goela daqueles que, sendo malas isoladas e bastantes, vibram quando estão diante de mala maior e mais letal.
Não sou exatamente um fanático de grandes assuntos. Curto uma pauta periférica, desde que haja alguma coisa a aprender ou a me distrair.
A capivara nada nos ensinou. Distraiu --se é que distraiu mesmo-- pessoas pedestres que se distraem com qualquer coisa, desde que justifique alguns segundos no noticiário. Felizmente, ninguém foi na onda da capivara, ela não emocionou ninguém, não por culpa dela, pois continuou sendo capivara. Talvez não merecesse o título de mala do ano, ela não tem culpa de ser capivara.
Viveu 15 minutos de projeção local, seus promotores cansaram e dela se esqueceram, ficando a esperar mariposas, escorpiões, urubus e cabritos que, sem culpa no cartório, podem ser descobertos e se candidatarem a malas do ano que se inicia.
Carlos Heitor Cony
A Capivara
04/01/2005
A capivara Num desses "Liberdade de Expressão", na CBN, o Heródoto Barbeiro quis saber minha opinião sobre quem era a mala do ano que estava acabando. Havia centenas de candidatos, mas preferi a capivara que andou aqui pela Lagoa. Por obra e desgraça da mídia sem assunto, onde pululam diversas malas, foi transformada em personagem do Rio.
Deus é testemunha de que nada tenho contra as capivaras, na verdade, não me lembro de ter visto alguma, aqui na Lagoa ou em qualquer outro canto do mundo. Se vi, não sabia que era capivara --o que dá no mesmo.
Curioso como certa espécie de desocupados, esbofando-se para criar qualquer coisa que chame atenção, promova causas, tente mobilizar as massas criando heróis que antes de se tornarem qualquer coisa de importante, tornam-se malas difíceis de carregar.
Repito que nada tenho contra a capivara, mas achei bobagem o espaço e o tempo que ela ocupou no noticiário miúdo, com gente forçando a barra para empurrá-la pela goela daqueles que, sendo malas isoladas e bastantes, vibram quando estão diante de mala maior e mais letal.
Não sou exatamente um fanático de grandes assuntos. Curto uma pauta periférica, desde que haja alguma coisa a aprender ou a me distrair.
A capivara nada nos ensinou. Distraiu --se é que distraiu mesmo-- pessoas pedestres que se distraem com qualquer coisa, desde que justifique alguns segundos no noticiário. Felizmente, ninguém foi na onda da capivara, ela não emocionou ninguém, não por culpa dela, pois continuou sendo capivara. Talvez não merecesse o título de mala do ano, ela não tem culpa de ser capivara.
Viveu 15 minutos de projeção local, seus promotores cansaram e dela se esqueceram, ficando a esperar mariposas, escorpiões, urubus e cabritos que, sem culpa no cartório, podem ser descobertos e se candidatarem a malas do ano que se inicia.
Carlos Heitor Cony
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escutei alguém falar por aí
1.05.2005
FENOMENAL!!!!!
"Ótimo, assim eu mato duas machadadas com um coelho só"
Só não revelo o autor por motivos profissionais.
Só não revelo o autor por motivos profissionais.
Labels:
escutei alguém falar por aí,
trabalho
1.04.2005
Dia-a-dia
Homem entrando no metrô:
- Aproxima-se da catraca
- Pega o bilhete em um movimento rápido de dentro do bolso ou da carteira q estava dentro do bolso. Isso não interfere na velocidade de locomoção.
- Insere o bilhete na catraca e atravessa.
- Coloca o bilhete no bolso.
- Continua andando em direção ao trem.
Mulher entrando no metrô:
* Anda (enquando isso faz)
- Arruma o cabelo
- Confere se a bolsa está fechada e se a roupa não esta marcando demais
- Aproxima-se da catraca
- Abre a bolsa
- Procura a carteira
* Para
- Continua remexendo a bolsa
- Acha a Carteira
* Volta a andar
- Pega o bilhete e insere na catraca
- Levanta a bolsa para não bate na barra de ferro e atravessa
- Coloca o bilhete na carteira
* Para
- Remexe na bolsa para abrir um espaço
- Guarda a carteira na bolsa
* Anda em diração ao trem
Depois acham que é fácil...
- Aproxima-se da catraca
- Pega o bilhete em um movimento rápido de dentro do bolso ou da carteira q estava dentro do bolso. Isso não interfere na velocidade de locomoção.
- Insere o bilhete na catraca e atravessa.
- Coloca o bilhete no bolso.
- Continua andando em direção ao trem.
Mulher entrando no metrô:
* Anda (enquando isso faz)
- Arruma o cabelo
- Confere se a bolsa está fechada e se a roupa não esta marcando demais
- Aproxima-se da catraca
- Abre a bolsa
- Procura a carteira
* Para
- Continua remexendo a bolsa
- Acha a Carteira
* Volta a andar
- Pega o bilhete e insere na catraca
- Levanta a bolsa para não bate na barra de ferro e atravessa
- Coloca o bilhete na carteira
* Para
- Remexe na bolsa para abrir um espaço
- Guarda a carteira na bolsa
* Anda em diração ao trem
Depois acham que é fácil...
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São Paulo
1.03.2005
Zen
Crie,
resistencia à infartos,
tolerância à gente chiliquenta
e maneiras de evitar Murphy.
Pró-atividade proativa.
OUMMMMMMMMM
OUMMMMMMMMMM
OUMMMMMMMMMMM
resistencia à infartos,
tolerância à gente chiliquenta
e maneiras de evitar Murphy.
Pró-atividade proativa.
OUMMMMMMMMM
OUMMMMMMMMMM
OUMMMMMMMMMMM
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inquietações
Enero
Sabe aquela cena do Vanilla Sky onde o Cruise sai correndo por NY e percebe que ela está completamente deserta?
Ficar em São Paulo no fim do ano é a mesma coisa.
Ficar em São Paulo no fim do ano é a mesma coisa.
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